Historia


PATRICK Zeigler redescobriu o Seichim enquanto no Egito, durante licença do “Peace Corps” (organização americana que envia voluntários para trabalhar em outros paises).

Patrick viajou para o Egito em 1979 a fim de realizar um sonho infantil de passar a noite na Grande Pirâmide de Gizé. Visitou a Pirâmide e encontrou uma pequena abertura á esquerda da câmara do Rei, criada por ladrões que haviam tentado atravessar a parede ao redor da câmera. O portão que cobria a entrada estava destrancado. Patrick não sabia aonde ele conduzia, ainda que soubesse que este túnel era aonde ele iria se esconder. Após ter passado algum tempo meditando em ambas as câmeras do Rei e da Rainha, Patrick deixou a Pirâmide para se preparas para voltar no dia seguinte. Ele retornou à Pirâmide na manhã do outro dia com uma mala contendo o que precisaria para passar a noite. Foi direto ao túnel e quando ninguém estava observando, começou a engatinhar para dentro dele. O túnel era muito estreito. Patrick logo se encontrou em uma pequena sala acima da câmara do Rei, onde passou o dia inteiro meditando em paz.

Após a Pirâmide ter sido esvaziada de turistas e ter sido trancada para a noite, Patrick saiu de seu esconderijo e com uma lanterna na mão seguiu para a câmara do Rei. Ele se dirigiu para sarcófago de granito, descobrindo que quando batia na sua lateral ecoava como um gongo muito profundo. Entrou no sarcófago e deitou na base de pedra.

Em pouco tempo começou a escutar sons que pareciam ser passos da grande galeria acima. O som começou a se aproximar, e ele sabia que tinha de ficar onde estava, para evitar ser detectado. Ninguém acendeu as luzes, e Patrick logo percebeu que isto era porque o som não se parecia com nada humano. Esta descoberta foi tão profunda que ondas de medo se apossaram de seu corpo.

Patrick pensou, “Faça o que você tem que fazer”, e naquele instante, a luz desceu até o seu coração. Por um momento houve silencio total, e Patrick chegou a pensar se ele ainda estava vivo; ainda que seu coração se sentisse tão expandido, e o som vindo agora de dentro dele fosse idêntico aquele ouvido na Câmara. Patrick passou o resto da noite em um estado de total felicidade cheia de paz, meditando na energia azul eletrônica no seu coração, conforme esta se movimentava em espiral, em padrão infinito.

Pela manhã, Patrick retornou pelo túnel até seu esconderijo antes de Pirâmide abrir. Meditou lá até que sentisse ser a hora de sair e se juntar a um grupo de turistas que deixava a Pirâmide.

Patrick começou trabalhar com os ensinamentos e práticas que ele aprendeu durante sua experiência na Grande Pirâmide e com os Sufis (filosofia religiosa), quando ele retornou ao Peace Corps no Yemen. Lá, a energia de cura na qual ele foi espontaneamente iniciado na Grande Pirâmide começou a se manifestar. Sempre que começava a ficar doente, ele descobriu que colocando suas mãos no seu corpo levava-o a vibrar e tremer, e logo se sentia melhor.

Em poucos meses, Patrick deixou o Yemen para passar dois anos no Nepal, trabalhando com as praticas e energias durante todo o tempo, antes de retornar aos EUA em 1983.

Desde o inicio, Patrick tem considerado o desenvolvimento e o entendimento do Seichim como sendo um esforço colaborativo. Logo após ter chegado à Califórnia, Patrick consultou uma mulher chamada Chistine Garber, que costumava canalizar um guia espiritual indiano chamado Marat. Marat dizia ser um espírito de 2500 de idade que foi um professor de Seichim no Sudeste da Índia.

Foi Marat quem disse a Patrick que a energia com a qual ele estava trabalhando era chamada de Seichim (Marat disse o nome como “Sei-Chem” com uma pronuncia egípcia enfatizando o “S” e o “Kh” ou Ch “sons). Contudo, Marat não foi capaz de traduzir sua pronúncia do nome para o alfabeto inglês, porque o “S” e o “Kh” ou “Ch” da linguagem egípcia não fazem parte daquela língua. Sendo assim, foi necessário para Patrick criar uma pronuncia para o nome. Ele escreveu a palavra de vários modos em suas anotações, e decidiu-se pelo nome SEICHIM por muitos anos. Após sua ultima estadia no Sudão e Egito, trabalhando com mestres sufis , Patrick Zeigler conseguiu acessar uma oitava superior da energia de Seichim e compreendeu na totalidade todos os ensinamentos que lhe foram passados por Marat e o Sheikh Mohammed.

Dentro deste contexto, criou uma nova forma de trabalhar com esta energia que denominou SKHM, para diferencia-la da energia e do sistema Seichim. Este nome- SKHM esta de acordo com a pesquisa posterior de Patrick sobre o nome, revelando a evidencia de um hieróglifo Egípcio retratando um cetro que se traduz como “Sekhem = SKHM”. A pronuncia do nome tem variado. Patrick pronuncia Seichim e SKHM como “say-chem”. Outras pronuncias incluem “ say-sheem” e “say-keem”. O SKHM é o nome da oitava superior da energia e em seus workshops, Patrick adotou uma maneira livre e não estruturada de trabalhar com esta energia. Podemos dizer que o trabalho com SKHM é mais profundo que o trabalho com o SEICHIM, pois possibilita que a pessoa tenha contato direto com iniciações espontâneas.

MARAT também ensinou Patrick como iniciar outros nessa corrente de energia. Combinando essa informação com seu treinamento em Reiki e dando iniciações, Patrick começou experimentando com a passagem da energia para outros, incluindo meditação.

Patrick Zeigler é uma pessoa bastante aberta que acredita no potencial de cada individuo, por isso, ao formar mestres que ensinam o sistema permite que cada um o interprete e vivencie-o da maneira com fizer sentido para seu próprio EU SUPERIOR.

Sendo assim, ao longo do tempo muitos de seus alunos fizeram modificações no sistema original, o que causou variação nas técnicas e nomes dados para o mesmo sistema. É importante a compreensão de que a origem de todos é a mesma assim como a Fonte Geradora Da Energia.

O Seichim espalhou-se pelo mundo.

 
   
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